MIKE VHILES versam sobre más decisões acumuladas que rebentam em e com o palco,
numa série de erupções sónicas repletas de fuzz e distorção gutural a fazer lembrar uma
data de filmes apocalípticos. São de Coimbra mas não ligam ao pedigree da Sofia cidade.
Preferem desacatos, quezílias e o apuro de quem vive com o sangue na guelra.